ATENÇÃO: O texto pode conter citações sobre o desenrolar do filme. Caso não tenha visto o filme ainda, tenha cuidado ou o leia após assisti-lo.
Duplicidade (Duplicity, 2009)
Estreia Oficial: 19 de março de 2009
Estreia no Brasil: 5 de junho de 2009
IMDb
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"Duplicidade" é um daqueles filmes de espionagem (aqui, corporativa), no qual acontecem inúmeras reviravoltas na história, até chegar ao ponto onde toda a história não é mais o que aparentava.
Geralmente gosto de tramas assim, mas aqui, as reviravoltas são tantas, acompanhadas geralmente do uso de flashbacks, que a própria trama acaba enfraquecendo.
Porém, de maneira nenhuma o filme se torna chato, seu ritmo é adequado, e os momentos de tensão são crescentes, o que faz com que o espectador fique ligado na história.
Mas, o mais forte deste filme é, definitivamente, o carisma e a química do casal protagonista, Julia Roberts e Cliwe Owen. Entre o amor e a desconfiança, eles levam a trama, e o espectador vai conhecendo-os aos poucos. Fechando o elenco, Paul Giamatti e Tom Wilkinson, sempre competentes, e que protagonizam aquela que talvez seja a melhor cena do filme - a inicial: uma briga entre os dois que, toda em câmera lenta, até parece, em alguns momentos, uma dança.
Enfim, "Duplicidade" acaba sendo um bom entretenimento graças ao seu tom irônico e à atuação de seus protagonistas.
por Melissa Lipinski
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A cena inicial do filme é engraçadíssima, com Tom Wilkinson e Paul Giamatti brigando num aeroporto. A briga em câmera lenta rende boas risadas.
A atuação do casal principal (Clive Owen e Julia Roberts) cumpre bem a função. A história é cheia de voltas e reviravoltas. A gente nunca sabe pra quem eles estão trabalhando. Ou se estão por conta própria.
Interessante o lance de espionagem industrial, espionagem com todos os recursos que grandes agências de inteligência têm.
O que mais vale é o final com a revelação que na verdade o personagem do Tom Wilkinson tinha tramado tudo.
por Oscar R. Júnior
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